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  • Foto do escritorTati Fanti

Por que temos tanto medo - e preconceito - do verbo "vender"?


Foto ilustrativa da vendedora quando pequena...

Há algum tempo estava conversando com a minha filha de 15 anos - que começa a ter que definir a sua vida profissional aqui na Alemanha - e nessa conversa ouvi dela: "Pra mim está tudo bem se eu for vendedora da Pandora para o resto da vida". Eu confesso que tive uma mini parada cardíaca ao ouvir isso. "Minha filha vendedora da Pandora para o resto da vida, que tipo de ambição é essa, tão mediana?" foi o primeiro pensamento (preconceituoso, hoje eu sei) que tive.


A verdade é que temos preconceito (e não admitimos, sejamos justas) com o verbo vender. Temos preconceito e medo. Por quê? Será mesmo que não somos, todas nós, vendedoras de nós mesmas? Pensa comigo....


Todas temos melhores amigas, namorados, maridos, trabalho...e em todas essas ocasiões nós precisamos provar que éramos as melhores. Você mostrou, por exemplo, as suas melhores qualidades para a sua - hoje - melhor amiga. Ela "comprou" a sua propaganda e te entregou esse posto de melhor amiga. O seu, hoje, marido um dia foi um candidato a namorado e para que você ocupasse o posto de namorada, certamente vendeu o seu melhor para ele. Bingo!, hoje vocês são casados.


Nos vendemos o tempo inteiro: para uma vaga em uma empresa, para ser a coordenadora de pais na escola (olha eu aqui!), para conquistar a nova vizinhança, para construir uma rede forte de networking, para fechar um contrato de trabalho. E se somos tão vendedoras, por que tanto medo e preconceito com o verbo vender?


A conversa com a minha filha - que hoje já não pensa mais em ser vendedora da Pandora - me fez abrir os olhos para o tema. E pesquisar mais sobre ele e os resultados da pesquisa não foram tão surpreendentes: existem vendedores bilionários. Flavio Augusto é, para mim, o maior deles e segui-lo nas redes sociais tem sido um baita aprendizado com relação a vender.


Ele defende com unhas e dentes o ato de vender e indica, inclusive, que as pessoas estudem sobre o tema e suas técnicas. Flavio, claro, vende um curso sobre o tema que - confesso - está na minha lista de compras para um futuro próximo. E mais do que isso, ele mesmo se coloca como um vendedor antes de mais nada. Uma inspiração. E por que eu trouxe esse tema para uma "Carta Pra Você"? Por que a conversa com a minha filha me fez refletir o quanto temos preconceito com "pequenezas". Preconceitos que não deveriam existir porque são eles que podem estar travando o nosso desenvolvimento.


Então tá combinado: vendas são parte fundamental de nossas vidas. Sejamos, todos os dias, excelentes vendedoras. Da Pandora, se quiser, mas acima de tudo, da vida!

Um beijo e até a próxima, Tati Fanti

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